Mostrar mensagens com a etiqueta Dilma. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dilma. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Dilma diz que foi eleita pelo voto popular e avisa: “Jamais cogito renunciar”

Roberto Stuckert Filho/12.08.2015/PR
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (12), em entrevista exibida pelo Jornal do SBT, que a economia mundial e a brasileira entraram numa nova fase e informou que “nada será tão fácil como foi” antes.

Dilma também falou sobre os boatos de abertura do processo de impeachment e frisou que nunca sequer cogitou a possibilidade de renunciar ao cargo.

— Jamais cogito renunciar porque não é possível que alguém, discordando de um processo ou de alguma política, pretenda tirar um representante, no caso, a presidenta, legitimamente eleita pelo voto popular.

Questionada sobre a possibilidade de sofrer um processo de impeachment, a presidente se recusou a comentar o assunto.

— Eu não vou responder isso. Quando ocorrer e se ocorrer, a gente conversa sobre. Eu não antecipo situações desse tipo.

Sobre o veto ao reajuste do aumento do Judiciário, Dilma destacou que a PEC "aumenta em proporções bastante significativas todos os salários [para advogado-geral da União, delegados e outros, que passariam a ganhar 90% do que ganha um ministro do Supremo].

— Isso tem um efeito cascata e é absolutamente impensável num momento de dificuldades que estamos vivendo. O Brasil não suporta isso com taxas de crescimento que tivemos recentemente. Tanto é que todas essas PECs estavam engavetadas. [...] Acho que essa perda que nós tivemos no primeiro turno não representa uma posição do Congresso contra o governo. [...]

Quanto à economia brasileira, a presidente cobrou responsabilidade de todas as corporações brasileiras.

— Acredito que temos que perceber que entramos numa nova etapa no mundo. Não é o Brasil que entrou: o mundo mudou de patamar. Acabou o ciclo de industrialização da China. Nada será tão fácil como foi na última década. A partir de agora, vamos ter que apostar muito em investimento, produtividade, educação e qualidade.

Fonte: R7

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Sudeste puxa melhora de avaliação de Dilma


O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) recuperou parte da aprovação perdida após as manifestações populares de junho. Pesquisa Ibope em parceria com o jornal O Estado de São Paulo concluída na segunda-feira, 19, mostra que a taxa de ótimo/bom do governo cresceu de 31% para 38% desde 12 de julho. Ao mesmo tempo, as opiniões de que o governo é ruim ou péssimo caíram de 31% para 24%. A avaliação de que o governo é “regular” permaneceu em 37%. Apenas 1% não soube ou não quis responder. A recuperação ocorreu principalmente no Sul e no Sudeste, onde as taxas de aprovação cresceram 12 e 11 pontos porcentuais, respectivamente. Para a CEO do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari, a recuperação de parte da popularidade de Dilma está relacionada ao refluxo das manifestações de rua, principalmente no Sudeste. “Os protestos diminuíram de tamanho e de alvo. A presidente não está mais no foco das manifestações”, afirma Marcia. Ajudou também a melhoria de alguns indicadores econômicos, como a redução da inflação e do desemprego, e o aumento da confiança do consumidor. Hoje, a Fundação Getúlio Vargas mostrou que seu índice de confiança cresceu 4,4% em agosto. “São todos indicadores concretos, que fazem diferença no dia-a-dia do eleitor”, afirma a CEO do Ibope Inteligência. A pesquisa Ibope mostra que a recuperação da popularidade de Dilma é lenta. Sinais de que sua imagem estava melhorando haviam sido detectados pelo Datafolha duas semanas atrás. Em comparação àquela pesquisa, a aprovação governo foi de 36% para 38% agora. Ainda está longe de estava, porém. Em março, a presidente chegou a 65% de ótimo/bom no Datafolha e 63% no Ibope. A pesquisa Ibope-Estado foi feita entre os dias 15 e 19 de agosto. Foram 2.002 entrevistas face a face, feitas na residência dos entrevistados. A pesquisa tem abrangência nacional: foi feita em 143 municípios de todas as regiões do Brasil. Sua margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, num intervalo de confiança de 95%.
Por: José Roberto de Toledo, Agência Estado