quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Banco Central e Casa da Moeda lançam moedas comemorativas da Copa



O Banco Central e a Casa da Moeda lançaram nesta quarta-feira (29) nove moedas comemorativas da Copa do Mundo, que será disputada de 12 de junho a 13 de julho deste ano, em doze capitais brasileiras. A coleção, que marca a vigésima edição da Copa do Mundo de Futebol, é formada por 22.120 moedas, das quais 2.720 em ouro, 12 mil em prata e 7,4 mil de cuproníquel, que foram disponibilizadas à venda, em dinheiro, logo depois da cerimônia, na sede do Banco Central, em Brasília.

As moedas foram colocadas à venda, simultaneamente, também nas regionais do banco em Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba r Porto Alegre e no Rio de Janeiro, bem como no site do Banco do Brasil.

A moeda de ouro tem valor de face de R$ 10 e peso de 4,4 gramas e sai para o comprador a R$ 1.180. A moeda faz alusão à Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014, de um lado, e no verso mostra o momento do gol, com uma bola na rede, e ao lado as estrelas que formam a Constelação do Cruzeiro do Sul.


As duas moedas de prata têm valor de face de R$ 5 e peso de 27 gramas e custam para o colecionador R$ 190. Ambas fazem alusão à Copa do Mundo, de um lado, mas, no verso, enquanto uma apresenta o mascote oficial, com desenho do tatu estilizado, a outra traz um mapa do Brasil com indicação das 12 cidades-sede da competição.

As seis moedas de cuproníquel têm valor cunhado de R$ 2 e peso de 10,17 gramas, ao custo de R$ 30,00 cada. Elas compõem a série Jogadas de Futebol, com lances típicos como a defesa do goleiro, a cabeçada, a “matada” de bola no peito, o passe, o drible e o gol.

No Banco Central e em suas regionais, o pagamento é em dinheiro e. Nas compras pela internet, o pagamento pode ser por meio de boleto ou débito em conta para os correntistas do Banco do Brasil. A partir de março, as moedas de cuproníquel também poderão ser adquiridas em cartela com o conjunto completo das Jogadas do Futebol, informou o diretor do Departamento de Meio Circulante do Banco Central, João Sidney de Figueiredo Filho.

Agência Brasil

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